terça-feira, 30 de junho de 2009

Honduras, Onde o Exército Ficou do Lado Certo

Em Honduras, ao contrário do que dizem os golpistas de esquerda (apoiados por tolos como Obama), as Forças Armadas ficaram do lado certo. Numa democracia, os cidadãos abdicam de resolver suas diferenças a tiros e confiam às Forças Armadas o papel de, em última instância, fazer cumprir a lei. Para que não existam exércitos particulares, existe um único Exército, ao qual os cidadãos, pelos meios legais, podem apelar para obrigar uma instituição ou um cidadão - inclusive o presidente da República - a respeitar a lei.

O truque dos chavistas e assemelhados consiste em ocultar esse papel constitucional das Forças Armadas e apresentar toda intervenção destas, em quaisquer circunstâncias, como um golpe contra a democracia. Deste modo, à força de serem repetidamente apresentados como golpistas e inimigas da democracia, as Forças Armadas acabam por se tornar incapazes de agir, mesmo quando convocadas para o estrito cumprimento do seu papel constitucional.

Nesse momento, sem as Forças Armadas para ajudá-los, os democratas já não terão como se defender dos golpistas à la Chavez, pois estes, inimigos conscientes da democracia, nunca deixaram de armar e organizar seus próprios exércitos - os chamados “movimentos sociais”.

É a isso que se chama guerra assimétrica.