terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cotas para a Universidade

Em vez de demolir a Senzala (instituindo um ensino público de qualidade), nossos demagogos preferem sortear passes autorizando alguns escravos a frequentar por um tempo a Casa Grande. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Telecine Pipoca-Com-Muita-Manteiga

Nossos marxistas acreditam que basta dar comida ao povo para se construir uma nação. Se depender deles, o Brasil será, em alguns anos, o país dos gordos sem alma. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Estatística fonética

Curioso: todas as pessoas que conheço são contra o racismo, a favor da justiça social e da proteção ao meio ambiente, mas nem todas conseguem pronunciar as palavras por favor  e  obrigado, e nenhuma é capaz de dizer desculpe

quarta-feira, 28 de março de 2012

MORREU MILLÔR FERNANDES

Uma lágrima. E outra. E outra...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O direito de rezar

"Especialistas" debatem longamente, sem chegar a lugar nenhum: PM tem o direito de fazer greve?

Para uns, o PM é um funcionário público como qualquer outro e, como qualquer outro, tem todo o direito de fazer greve... - desde que um mínimo de proteção aos cidadãos seja assegurado. Como a proteção atual já é mínima, fazer essa ressalva e falar nada é a mesma coisa. Equivale a declarar, como se atribui a um velho político mineiro, "simpatizo muito com o Cruzeiro, sem prejuízo do grande afeto que nutro pelo Atlético e do prazer especial que me dá ver o América jogar".

Para outros, o PM é uma espécie de Madre Tereza do serviço público e, quaisquer que sejam as condições em que trabalhe, os riscos que corra e o salário que receba, é proibido de reclamar e, menos ainda, de entrar em greve. Os "especialistas" que defendem este ponto de vista parecem acreditar que é mesmo possível, sem o uso da força, ou seja, em regime democrático, obrigar alguém a trabalhar em quaisquer condições por qualquer salário.

O que nenhum dos "especialistas" se lembra de defender é uma coisa básica, elementar, fundamental para a boa vida das democracias: o armamento dos cidadãos. Se cada cidadão de bem, de currículo limpo, tiver o direito de guardar uma arma em casa e, eventualmente, carregá-la consigo, a PM pode fazer tantas greves quantas quiser. Os cidadãos de bem não ficarão, desarmados, à mercê de arrastões, invasões de domicílios e violências de todo tipo. Como fizeram recentemente em Londres, os comerciantes se reunirão e, armados, protegerão seus negócios contra a turba de saqueadores. E os cidadãos comuns poderão sair à rua ou permanecer em casa, senão sossegados, ao menos cientes de que não serão vítimas passivas do banditismo.

Os bacanas que escreveram e defenderam o Estatuto do Desarmamento como a grande solução para a violência no País estão assistindo aos eventos da Bahia pela TV, tranquilos, em seus condomínios protegidos por caríssimos sistemas de segurança. Nós, os cidadãos comuns, que não temos e não podemos ter armas, estamos em casa, amedrontados, rezando para que a violência nos poupe.

Não são mesmo admiráveis nossos políticos "progressistas"?