Adolf Hitler, citado por Joachim Fest
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Ideias para tornar o povo feliz
Adolf Hitler, citado por Joachim Fest
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Intelectuais em busca de utopias
"Revolucionários que fizeram a revolução com a pele dos outros".(Stéphane Courtois, "Cortar o Mal Pela Raiz")
quinta-feira, 4 de março de 2010
Oposição: democracia; dissidentes: tirania
O reconhecimento mais cabal da natureza do regime cubano é feito naquele lugar onde não há controle oficial: a linguagem. Toda vez que um jornal se refere à oposição em Cuba, escreve dissidentes. Ora, dissidente é um conceito do totalitarismo. Dissidente é aquele que ousa se apartar da unanimidade exigida pelo Partido ou pelo Chefe. Não há dissidentes nos EUA, na Alemanha ou na Holanda; essa expressão não tem sentido numa sociedade democrática. Nem mesmo no Brasil, cuja imprensa, na sua esmagadora maioria, foi seduzida pelo PT (de fato, pelas utopias totalitárias), um jornalista ousaria referir-se aos integrantes do PSDB ou do DEM como dissidentes. No entanto, no caso de Cuba, essa expressão soa natural
Os jornalistas e intelectuais de esquerda julgam-se no dever de, mesmo um pouquinho envergonhados, defender Cuba. Entretanto, quando têm que se referir à ilha, uma espécie de bom-senso tira-lhes o juízo e força-os a escrever dissidentes onde pretendiam escrever oposição. É o triunfo do princípío do real sobre a ideologia. No fundo das suas almas progressistas, sabem que oposição é um conceito das democracias e que nas ditaduras só há dissidentes. Sabem, com o bom-senso de que foram dotados até os mais simples dos seres humanos, que Cuba é uma ilha-prisão, uma tirania cuja natureza "revolucionária" consiste em encarcerar e matar seus próprios cidadãos. Gostariam de não admitir essa verdade desagradável. Mas aí, quando estão prestes a escrever oposição, vem o subconsciente e lhes sopra: dissidentes. É o tributo que a má consciência paga à verdade.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O berço das utopias
(Theodore Dalrymple, alias Anthony M. Daniel, "A Pobreza do Mal", em Dicta & Contradicta, dezembro, 2009. Tradução de Julio Lemos e Marcelo Consentino.
domingo, 24 de janeiro de 2010
O Cabresto, Instituição Nacional
No Estadão de hoje, Francisco Weffort cobra do PSDB e da oposição em geral opiniões mais claras sobre o governo Lula. Inútil. O PSDB, tanto quanto o PT, não existe como partido político. Não vive da militância e dos recursos dos seus filiados, nem formula suas linhas de ação em conferências ou congressos. A oposição, como o PT, só existe como linha auxiliar deste ou daquele governante. Em todo o País, o PT age de acordo com a vontade de Lula.
As declarações do senador Sérgio Guerra à Veja, e também a nota que fez publicar em seguida, chamando Dilma de mentirosa, não traduzem o ponto de vista do PSDB – apressaram-se a soprar peessedebistas graúdos. Na verdade, ninguém expressa o ponto de vista do PSDB enquanto Serra não chegar à presidência da República. No dia em que isso acontecer (se acontecer...), será possível conhecer o ponto de vista do PSDB, assim como se conhece hoje o do PT: é só ler o Diário Oficial.
