Confesso. Num desses momentos de ócio absoluto, com rigorosamente nada para fazer, tive meu momento Saramago e pensei em comentar as últimas declarações do presidente da República – sobre a eleição de Bobama, sobre as enchentes em Santa Catarina (“a natureza tomou de volta o que lhe pertencia”), sobre a crise econômica, etc. Mas aí, quando eu me preparava para digitar a primeira palavra, tocou o telefone: um amigo me convidava para ver a filha dele, de 8 anos, atuar numa peça de teatro infantil. Desliguei o computador e fui.
Obrigado, Senhor, por me enviar os amigos certos nas horas de maior necessidade!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
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