A combinação de Estado-babá com democracia resulta na degeneração
da República. Os serviços oferecidos pelo Estado-babá aumentam à medida que diminui o rol de cidadãos livres. Com o tempo, um número cada vez maior de cidadãos
dependentes dos serviços “oferecidos” pelo Estado elegerá os dirigentes da República.
A cumplicidade entre eleitores-bebês e políticos promotores do Estado-babá se
tornará dia a dia mais sólida. Em seguida, naturalmente, desaparecerão da vida pública os já
escassos políticos que propugnem pela liberdade dos cidadãos. E então já não
haverá República nem democracia.
