segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ideias para tornar o povo feliz

Quando considero nossas camadas intelectuais (...), tenho em mente sua atitude para comigo e minha obra, sinto-me presa de angústia. Pois desde que me ocupo de política (...) só tive sucessos. E apesar disso a massa flutua de maneira insuportável, até repugnante. Que aconteceria se por acaso eu tivesse uma derrota? (...) Como se comportaria então todo esse galinheiro? (...) Outrora, meu grande orgulho foi ter edificado um partido que, mesmo nas épocas do reverso da fortuna, mantinha-se obstinada e fanaticamente comigo. Foi meu grande orgulho e (...) assim devemos educar nosso povo inteiro. O povo deve ser levado a ter apenas a fé mais absoluta, mais tenaz, mais naturalmente otimista: no fim conseguiremos realizar tudo o que é necessário. (...)


Para isso é indispensável que a imprensa pregue cegamente o princípio básico: o governo age como convém! (...) Assim aliviaremos o povo, digamos, de uma dúvida que o torna infeliz. A grande massa não quer se incomodar com esse peso. A grande massa só tem um desejo: estar bem dirigida e poder confiar nessa direção (...). Acreditem, sei muito bem, o povo (...) nunca esteve mais contente do que em certos dias (...) quando vou à rua cercado de todos os meus colaboradores e o povo diz: este é fulano, aquele é beltrano. E as pessoas se sentem profundamente protegidas com a idéia de que esses homens se dão as mãos, todos seguem o Führer e o Führer apóia esses homens; são nossos ídolos. Talvez jamais alguns intelectuais consigam compreender isso. Mas essa gentinha, lá fora (...) é tudo o que quer! (...) O povo está sempre feliz quando os homens que o dirigem se dão as mãos: isso ajuda as pessoas de baixo a fazer o mesmo.

Adolf Hitler, citado por Joachim Fest

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